
Poderia começar dizendo o meu nome, mas isto seria óbvio demais. Sem contar que, a esta altura, depois de tantos anos dividindo meus melhores momentos com vocês...
Ah! Vocês me conhecem!
Comemorei 30 anos no último dia 29 de março, mas nasci em 1977.
Ano passado, quando efetivamente completei 30 verões (as águas de março fecham o verão, lembram?), estava sozinha em Brasília. Mais ou menos sozinha, pois meus amigos Helda e Evaristo ainda me levaram para fazer um brinde, quase 11 horas da noite, mas foi algo rápido, só porque eles dois são fofos mesmo!
Decidi que não deixaria barato, então celebrei meus trintões na semana passada, bem ao meu estilo!
O fato é que celebrar a vida não é algo tão fácil assim. Tem gente que passa pela vida ou deixa a vida passar, assim, simplesmente celebrando o estar vivo, o ter saúde, o ter atendidas as sua necessidades básicas.
Definitivamente não é o meu caso! Não que seja indiferente à benção que é estar viva, cheia de saúde e com todas as minhas necessidades básicas bem atendidas.
Mas como se perdoar por não ser tudo que se pode ser?
Sartre chamou esta minha fase de “A Idade da Razão”. Parece que depois dos 30 nos dizemos assim: “Muito bem, agora sou uma adulto completo, sem desculpas. Mas, que tipo de adulto eu sou?”
Depois dos trinta começamos a entender melhor a essencial diferença entre qualidade e quantidade...
Ih! Tenho tanta coisa para falar! Deixa sobrar um tempinho, porque depois dos 30 não queremos mais perder tempo!
Ah! Vocês me conhecem!
Comemorei 30 anos no último dia 29 de março, mas nasci em 1977.
Ano passado, quando efetivamente completei 30 verões (as águas de março fecham o verão, lembram?), estava sozinha em Brasília. Mais ou menos sozinha, pois meus amigos Helda e Evaristo ainda me levaram para fazer um brinde, quase 11 horas da noite, mas foi algo rápido, só porque eles dois são fofos mesmo!
Decidi que não deixaria barato, então celebrei meus trintões na semana passada, bem ao meu estilo!
O fato é que celebrar a vida não é algo tão fácil assim. Tem gente que passa pela vida ou deixa a vida passar, assim, simplesmente celebrando o estar vivo, o ter saúde, o ter atendidas as sua necessidades básicas.
Definitivamente não é o meu caso! Não que seja indiferente à benção que é estar viva, cheia de saúde e com todas as minhas necessidades básicas bem atendidas.
Mas como se perdoar por não ser tudo que se pode ser?
Sartre chamou esta minha fase de “A Idade da Razão”. Parece que depois dos 30 nos dizemos assim: “Muito bem, agora sou uma adulto completo, sem desculpas. Mas, que tipo de adulto eu sou?”
Depois dos trinta começamos a entender melhor a essencial diferença entre qualidade e quantidade...
Ih! Tenho tanta coisa para falar! Deixa sobrar um tempinho, porque depois dos 30 não queremos mais perder tempo!


Nenhum comentário:
Postar um comentário