domingo, julho 08, 2007

Um olhar sob o Lariô


Andréa e Camila de preto.
Dayse cor de fogo.
Gustavo de gaiato.



Quatro horas da tarde na pacata cidade litorânea de Pirambu. Reserva Ecológica Santa Isabel, Projeto Tamar. Dayse, como sempre enlouquecida, nervosa, angustiada, pois pela milionésima vez havia deixado tudo para a última hora. Tudo? Lançamento do cd do Lariô da Tartaruga. Clubinho (da tartaruga?) lotado. Andréa, Erick e Camila vestiram suas possantes calças jeans e camisetas pretas cujas garrafais letras brancas diziam nas costas: APOIO
E não é que é verdade mesmo? Tudo que a Dayse inventa tem sempre essa galera no APOIO.
Dayse? Dayse é uma figuraça que conheci há uns 4 anos atrás. Ela cuida da educação ambiental do projeto Tamar. Em tese era para ser isso, mas o que percebemos é que ela é pau pra toda obra. Figura rara! Grossa como ela só!!! Mas uma amiga dedicada em todos os momentos de maior precisão. Já me deu muitas provas disso. Vive no mundo dela, com uma pureza que parece não mais existir... Pseudo-doida. Na verdade é super rígida com valores morais, família, ética. Um paradoxo ambulante!
Então estávamos todos lá no Clubinho da Tartaruga, após termos revisado (erick, camila e eu) todo o texto do cerimonial. Inventamos uma entrada triunfal para a Dayse que não estava no script, mas que nos brindou com muitas patadas ingratas e um belísimo e emocionado discurso.
O Lariô é uma manifestação cultural da comunidade de Pirambu, caracterizado por pessoas vestidas com roupas engraçadas e coloridas , chapéus...Tem aquelas velhas lavadeiras cantando como quem grita com uma dor aguda na ponta da barriga...Mas enfim, dizem que é legal manter as raizes culturais sempre acesas! rsrsrsrsrsrsrs
Não existe Lariô sem Dayse. Eles deixaram isso muito claro. Foi lindo de ver!
Consegui a função de fotógrafa do evento. Adorei, né? Pense numa pessoa que gosta de fotografar? E f oi foto de lá....Foto de cá....Tomara que eu tenha acesso a essas fotos algum dia. Até tirei umas com minha galera do apoio também.
Teve a dupla impagpavel: Marta Mari e Davi Leite. Eles descobriram que estava rolando um parque na praça central da cidade. Lá fomos nós andar de roda gigante, comer pipoca e atirar no tiro ao alvo. Dei meu primeiro tiro de espingarda. Espero que o primeiro de muitos!!
Pausa para descobrir o banheiro mais próximo. Camila quebrou a sandália. Erick e eu, que somos APOIO, ficamos descalços também e atravessamos a cidade rumo à nossa barraca de palha preferida para levantar acampamento, atravessar a ponte e voltar para Aracaju.
O sábado foi uma pirambeleza!
(Breve cobertura fotográfica)

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